“De repente” já se foi. Tudo que se passa vem se passando e repassando revivendo e revirando o passado de frustrações, mentiras e anulação. Meu roteiro de sensações continua o mesmo, bagunçado e frenético e o de argumentações continua tão pobre como quando tudo começou. Não dá conta. Não evolui. Passar tanto tempo argumentando o fracasso com ele mesmo certamente nunca me levará a lugar nenhum, mas enquanto não descobrir o que de fato é e diferenciar “o efeito” da “a causa” o ciclo não será quebrado.

Receio ter começado a enxergar certas matrizes, mas ainda não dei fala pra elas. São figurantes prontos para ter seu momento, de virarem estrelas, a peça que falta para terminar esse quebra-cabeças. Torço por eles, afinal, minha vida depende disso e essa pode ser a oportunidade de um final feliz ou no mínimo de um “pré-ápise”.

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