Depois de 2 anos e meio morando no Rio de Janeiro, no bairro que mais cresce no Estado, dormindo e acordando com barulhos de todas as máquinas necessárias para a construção e reforma de prédios e concessionárias de automóveis, além de conviver com a frenética passagem de carros nas ruas bem embaixo da minha janela, meu marido e eu resolvemos mudar de vida e decidimos ir morar num lugar mais sossegado, sem poluição e confusão de gente e de motores.
Foi então que surgiu a brilhante idéia. Muito inspirados pela novela das 6 da rede Globo, Paraíso, resolvemos ir morar na roça. Mato, passarinhos, tranqüilidade.
Pois bem, todo ia seguindo como o planejado até o terreno ao lado ser comprado e claro, o que o novo dono vai querer fazer? Obra!
Ê-ba…
Se eu estivesse com saudades das manhas da Barra da Tijuca, hoje seria um dia de glória.
8h da manhã e uma barulheira já conhecida e devidamente diagnosticada no meu arquivo auditivo de barulhos insuportáveis. A p… de uma escavadeira passeando solene no meu jardim (não era pra ser bezerros e cabras gente?!).

Passarinho Grande Demais
Nem na roça se tem paz. A primeira Neusa já foi tomada hj, espero que seja a última!
Mas não vou me descabelar agora. Depois que ele colocar a casinha pré-fabricada onde era o meu antigo campo de futebol, as coisas vão voltar ao normal.
E como tudo tem um lado positivo, Constantina estava mesmo precisando de um empurrãozinho.







Completamente adaptada à rotina da roça.