Completamente adaptada à rotina da roça.

Agora, depois de uma semana, não consigo mais me ver morando numa cidade como o Rio novamente.

Ter que vir até a cidade pra poder usar a internet já é uma chatice.

É incrível como nós somos capazes de nos adaptar as condições em que nos colocamos ou que somos impostos.

Já no primeiro dia fui dormir às 20h por conta do cansaço da viagem e da rotina da casa em que passamos os primeiros dias, acordei no dia seguinte às 6h em ponto.

Desde então o mais tarde que consegui dormir foi às 21. Isso por que eu estou achando que está passando um pouco da conta acordar 4h da manhã e ficar esperando o sol iluminar alguma coisa pra eu poder levantar. 5h30min é um bom horário.

É muito divertido morar na roça. Cuidar dos bichos, da horta, do jardim. Podas, mudas, ancinho, enxada e machado.

Acordar com uma vaca ou uma ovelha intrusa pastando no seu terreno…

Tapar os buracos da cerca para isso não voltar a acontecer e/ou o cachorro não fugir pra plantação de milho do vizinho (mais uma vez).

Muito bom.

Para os amigos mais chegados que estão super preocupados comigo pensando o que eu vou fazer sem um bar por perto. Podem aliviar a moleira. No haras do “Gelso” tem um bar. Fica dentro do estábulo dos cavalos. Toda quarta tem galinhada e todo dia tem carrapato estrela.

A mulher do “Gelso”, a Lindalva, tem uma hortinha muito bunitinha e variada onde conseguimos nossas primeiras mudinhas de hortaliças.

Ai… Depois escrevo mais. Inté.